Representação Como Operação

  • Maria Paula Recena Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Daniel Dillenburg UniRitter - Mackenzie

Resumo

O uso de meios digitais para a produção da representação arquitetônica — principalmente a partir dos anos 1990 — permite reposicionar a função do desenho à mão. Assim como a pintura adquire novo interesse com a afirmação da fotografia, o desenho à mão surge em novo patamar de interesse na produção arquitetônica após a difusão da computação gráfica. A argumentação se dá com base em análise de desenhos e diagramas de Daniel Libeskind para o Museu Judaico de Berlim, bem como estabelece, como ponto de referência, para esta reflexão, a produção da Cooper Union, especialmente centrada nos problemas dos 9 quadrados, do cubo e de Juan Gris.


Palavras-chave: Diagrama; Representação; Operação.

Publicado
Dec 14, 2018
Como Citar
RECENA, Maria Paula; DILLENBURG, Daniel. Representação Como Operação. Revista Prumo, [S.l.], v. 3, n. 5, p. 10, dec. 2018. ISSN 2446-7340. Disponível em: <http://periodicos.puc-rio.br/index.php/revistaprumo/article/view/832>. Acesso em: 21 feb. 2019. doi: http://dx.doi.org/10.24168/revistaprumo.v3i5.832.