Espaço Atemporal e Consumo
Objetos e Subjetividade em Juazeiro do Padre Cícero
DOI:
https://doi.org/10.46859/PUCRio.Acad.PqTeo.2595-9409.2025v8n16a06Palavras-chave:
Objetos, Romaria, SubjetividadeResumo
Esta reflexão nasce a partir de uma parcela dos resultados que foram obtidos na pesquisa de mestrado em antropologia (2020), onde analisamos o consumo dos romeiros do Padre Cícero e seu simbolismo por meio da espacialidade sagrada na qual os próprios interlocutores categorizam a cidade de Juazeiro do Norte-CE. A metodologia utilizada para este trabalho etnográfico percorre o que tradicionalmente compõem o trabalho antropológico, especialmente as observações participantes nas romarias, bem como, entrevistas e análises de dados. Neste artigo fazemos uma reflexão sobre as subjetividades que tornam as romarias do Padre Cícero um espaço propício para expressões e rituais que englobam consumo, crenças e relações simbólicas. Este trabalho pretende romper com uma lógica já tradicional na qual tem limitado a religiosidade apenas a ritos, liturgias e expressões, pretendemos aqui fazer um esforço por uma releitura do contexto que amplie a compreensão do fenômeno em questão.





